terça-feira, 19 de julho de 2011

Hoje dei para as minhas poesias dementes.


Não sabes o que perdes de mim,

Não sabes o que acabaste de saudar,

Não sabes sequer ao que os meus lábios sabem,

Não sabes nem saberás nunca o que eu sei.


Nunca os teus braços irão circundar os meus enquanto danço,

Nunca sentirás ao de leve cair a minha madeixa de cabelo sobre o teu rosto enquanto fazemos amor,

Nunca tocarás sobre o meu vestido de seda e os meus lençóis de renda,

Nunca me dirás sinceramente uma palavra, pois nunca o fizeste.


Se pensas que te amei, estás enganado,

Se pensas que eu sabia o que era o amor, muito mais enganado estás,

Se pensas ainda que sabes amar alguém, não, não sabes,

Se pensas que algo em ti é bom, não, não é.


Hoje em dia eu consigo amar-me pelo que sou,

Hoje em dia gosto de gostar de mim,

Hoje em dia respiro fundo, saio de casa e sei onde moro,

Hoje em dia moro num homem, onde o meu coração habita e que não és tu.


Nota: Este poema é fictício e de cariz erótico-suave e foi escrito por Intellectual Mustache. Sim, aquilo é o meu pé na imagem :) Beijinhos *

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